segunda-feira, 6 de abril de 2015

Hello, my name is Ana and I have a problem...


 

A filmografia do Tom Hanks em menos de 7 minutos

Vídeo muito bom onde vemos Tom Hanks a resumir a sua longa carreira em pouco menos de 7 minutos. E definitivamente não restam dúvidas que o rapaz é um porreiraço. Basta ver o ar divertido com que faz isto:
 
 


 

The First Days of Spring



Confesso que foi com alguma tristeza que recebi a noticia do fim dos "Noah and the Whale". Não pela surpresa do fim da banda, porque convenhamos era algo expectável mas porque fica a certeza que eles nunca mais irão fazer um álbum como "The First Days of Spring", também conhecido como as dores de amor do Charlie Fink depois de a Laura Marling o ter trocado pelo Marcus Munford.
Este é um daqueles álbuns que fica na memória, tão doloroso e simultaneamente tão bonito. Uma autêntica catarse musical do Charlie Fink e um dos meus álbuns preferidos dos últimos anos. Fica aqui novamente a melancólica Blue Skies, para ouvir vezes sem conta:
This is a song for anyone with a broken heart...
 
 

quinta-feira, 19 de março de 2015

28 Freaking Cool Facts About “Almost Famous”

O "Almost Famous" é um daqueles filmes que só parece melhorar com o tempo. A cada nova visualização o meu carinho por este trabalho só aumenta, e é sempre bom descobrir coisas novas sobre esse universo, como esta bela compilação elaborada pelo Buzzfeed que vale a pena espreitar. Aqui ficam algumas curiosidades para matar as saudades:






01 - Os discos que aparecem no quarto do William pertencem todos à coleção provada do Cameron Crowe
 

02 - O arco-íris que aparece no carro nesta cena é uma homenagem ao álbum "Dark Side of the Moon" dos Pink Floid"
 


03 - A imagem do público do primeiro concerto dos Stillwater é uma homenagem ao álbum "Time Fades Away"
 
04 - Kirsten Dunst queria muito o papel da Penny Lane mas o Cameron Crowe achou que a Kate Hudson representava melhor a essência da personagem. Para compensar Dunst ofereceu-lhe quatro anos mais tarde o papel de protagonista de "Elizabethtown"


05 - A cena da Penny Lane a dançar sozinha é  o momento preferido de Cameron Crowe


06 - A cena em que a banda se une e puxa o William para o "abraço de grupo" foi inspirada num momento real que aconteceu com o Cameron Crowe e os Pearl Jam


07 - Brad Pitt foi a primeira escolha para o papel do Russel tendo inclusive começado a trabalhar com Crowe meses antes para preparar a personagem. No entanto acabou por desistir argumentando que: “I just don’t get it enough to do it.”

Podem ver a lista completa aqui. E para terminar  esta viagem nostálgica, aqui fica uma das melhores cenas cinéfilas de todo o sempre:
 

Pearl Jam - Yellow Ledbetter

Clássicos:
 

terça-feira, 17 de março de 2015

Yeah, you know...

...just Mark Hamill...hanging out on the set of the new Star Wars movie...no big deal....




Imagem: Pinterest

Constatações

O David Fincher podia ter sido o protagonista do "Whiplash"...




Via: Reddit

Momento fofura do dia



O dia em que o Charlie Brown conheceu o Snoopy:

 

Via: Trabalhosujo

segunda-feira, 16 de março de 2015

Chuck Jones



Chuck Jones é um dos nomes mais associados à minha infância, ou não fosse o pobre coitado do Coiote uma das minhas personagens de desenhos animados favoritas. É por isso mesmo que fiquei com um grande sorriso no rosto do deparar-me com as suas nove regras essenciais que impunha a todos os criativos no que diz respeito aos comportamentos de ambas as personagens:



E porque agora também bateu a saudade:

 

 

THE GRAND BUDAPEST HOTEL



Para curar a minha depressão pós Oscars, depois de ver o meu favorito de coração a perder nas duas principais categorias, resolvi oferecer a mim própria como compensação o novo livro do Matt Zoller Seitz dedicado ao universo do Wes Anderson desta vez apenas dedicado a "The Grand Budapest Hotel". Para quem como eu ficou apaixonado pelo filme vale bem a pena a aquisição. Uma dica, está mais barato na Fnac do que nos sites online do costume. Entretanto, acho que vou aproveitar a deixa e rever mais uma vez esta pequena delicia cinéfila.







Imagens retiradas daqui.
 

Constatações



2015 vai ser o ano em que a Pixar vai voltar a deslumbrar. Confesso que já tinha saudades:

 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A mutual weirdness

Aloha

Saiu na semana passada o primeiro trailer do último filme do Cameron Crowe que deve estrear no próximo mês de Maio. Sendo eu uma grande admiradora do trabalho deste realizador não podia deixar de o colocar por aqui, ainda para mais, quando esta primeira amostra me parece tão deliciosa:
 
 

Togetherness



Ao quarto episódio, confesso que já estou um bocadinho apaixonada pela nova série da HBO.

Imagem: impawards

Look at the stars...

Confesso que tenho saudades de gostar de Coldplay:
 
 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O melhor de "Theory of Everything"



é indiscutivelmente ela. Uma autêntica lufada de ar fresco no meio no meio de quase duas horas cinéfilas repletas de clichés e lugares comuns. Fórmula gasta mas infelizmente sempre obrigatória em época de premiações.

Imagem: reprodução
 

Ora então...



Encontramo-nos em Agosto ;)

Imagem retirada daqui.

I love you, Honeybear

Coisas bonitas que fazem desejar que Agosto chegue mais cedo:
 

You´re a winner baby


 
Nunca me hei-de esquecer da primeira vez que o vi ao vivo: o meu primeiro Festival de Música, na Alfândega do Porto, numa fase da minha vida em que os Smashing Pumpkins eram os meus reis musicais. Mas mesmo no meio destes e de uns Skunk Anansie em grande forma, quem se destacou realmente foi o miúdo que pouco me dizia a não ser por uma tal de "Looser" que tocava por todo o lado nessa altura. Desde aí, com uma actuação verdadeiramente inesquecível, que nunca mais o larguei. Beck é para mim um dos artistas mais únicos, versáteis e queridos de sempre, sempre com vontade de inovar, passando por vários géneros e produções mas mantendo-se sempre fiel à sua essência. É por isso que mesmo os Grammys me dizendo tão pouco, fiquei especialmente feliz com o seu mais que merecido reconhecimento.
Justifica-se pois voltar a um dos melhores álbuns do ano passado:

I'm so tired of being alone...

 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Some say love is a burning thing...

Imagem: Impawards

Aqui está um daqueles filmes que facilmente passa despercebido mas que merece toda a nossa atenção. Retrata a fase final da adolescência de uma forma honesta e genuína, apoiando-se muito bem nas interpretações dos carismáticos protagonistas, que por si só justificam a visualização do filme.
 
 

Crush Songs


A voz da Karen Oh foi indiscutivelmente a voz que mais ouvi no ano passado. Começando pela banda sonora do "Her" e terminando nesta pequena maravilha que são as suas "crush songs". Coisa mais linda:

 
 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

E cá está ela



A esperada  edição de Março da Vanity Fair dedicada ao Cinema, com as habituais fotos de Annie Leibovitz. Mais detalhes aqui.

Imagem: Vanity Fair

Mas este ano

ninguém bate a  W MAGAZINE:









Podem ver as magnificas fotos do Tim Walker a celebrar as 41  melhores performances cinéfilas do ano aqui.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Três pequenos apontamentos sobre "Whiplash":

 
 

1. O Festival de Sundance realmente sabe o que anda a fazer quando elege um vencedor. É que nunca falha;
2. Tenho poucas dúvidas que a estatueta fuja ao J. K. Simmons e espero realmente que saia vencedor na próxima edição dos Oscars;
3. É um filme do caraças.
 
Imagem: pinterest

Paul & Jonny

Tenho muitas saudades dos tempos que o Paul Thomas Anderson e o Jon Brion eram uma dupla inseparável, mas depois lembro-me que estou a ser demasiado injusta com o trabalho notável que o Jonny Greenwood ( dos Radiohead) tem desenvolvido nesta sua aventura cinéfila ao lado do realizador que começou de forma esplendorosa em "There Will Be Blood" e parece continuar ao mais alto nível com "Inherent Vice" (nunca mais chega Fevereiro!!!):
 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

If 2015's Oscar-nominated movie posters told the truth






Mais cartazes aqui.

Amazing Amy


Muito bom.

Via: Pinterest

But I crumble completely when you cry...

Embora musicalmente não tenha absolutamente nada a apontar à evolução dos Monkeys, tenho que confessar que sinto falta deste Alex Turner...o miúdo talentoso que não tinha a necessidade de mostrar a toda a gente que é a salvação do Rock ou lá aquilo que ele acha que é actualmente.
 
 
 
 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

"Love doesn’t last, but the music love creates just might."

imagem: buzzfeed


Há muitas coisas bonitas para se dizer e escrever sobre essa pequena maravilha que é "Boyhood". Contudo, vou apenas focar aquele que foi para mim o momento cinéfilo mais bonito de 2014 ainda mais quando depois fiquei a saber que foi de facto inspirado num momento real, cedido e adaptado  ao filme pelo Ethan Hawke, que inicialmente escreveu esta carta  para a sua filha e depois,  achou (e bem) que a mesma faria todo o sentido em "Boyhood".

Sem mais demoras, aqui fica a versão completa da carta que acompanha o cd, que vale mesmo a pena ser lida com atenção e até ao fim:


Mason,

I wanted to give you something for your birthday that money couldn’t buy, something that only a father could give a son, like a family heirloom. This is the best I could do. Apologies in advance. I present to you: THE BEATLES’ BLACK ALBUM.

The only work I’ve ever been a part of that I feel any sense of pride for involves something born in a spirit of collaboration — not my idea or his or her idea, but some unforeseeable magic that happens in creativity when energies collide. This is the best of John, Paul, George, and Ringo’s solo work, post-BEATLES.

Basically I’ve put the band back together for you. There’s this thing that happens when you listen to too much of the solo stuff separately — too much Lennon: suddenly there’s a little too much self-involvement in the room; too much Paul and it can become sentimental — let’s face it, borderline goofy; too much George: I mean, we all have our spiritual side but it’s only interesting for about six minutes, ya know? Ringo: He’s funny, irreverent, and cool, but he can’t sing — he had a bunch of hits in the ’70s (even more than Lennon) but you aren’t gonna go home and crank up a Ringo Starr album start to finish, you’re just not gonna do that. When you mix up their work, though, when you put them side by side and let them flow — they elevate each other, and you start to hear it: T H E B E A T L E S.

Just listen to the whole CD, OK? I guess it was the fact that Lennon was shot and killed at 40 (one of Lennon’s last fully composed songs was “Life Begins at 40,” which he wrote for Ringo — I couldn’t bring myself to include it on the mix as the irony still does not make me laugh) and that I just turned 40 myself that conjured this BLACK ALBUM. I listen to this music and for some reason (maybe the ongoing, metamorphosing pain of my divorce from your mother) I am filled with sadness that John & Paul’s friendship turned so bitter. I know, I know, I know, it has nothing to do with me, but damn it, tell me again why love can’t last. Why do we give in to pettiness? Why did they? Why do we so often see gifts as threats? Differences as shortcomings? Why can we not see that our friction could be used to polish one another?

I read a little anecdote about when John’s mother died: He was an angry teenager — a switchblade in his pocket, a cigarette in his lips, sex on his mind. At a memorial service for his “unstable” and suddenly dead mom (whom he’d just recently been getting close to), he — pissed off and drunk — punched a bandmate in the face and stormed out of the memorial reception. Paul, several years his junior — a young boy, really, who didn’t yet care about girls, who was clearly UNCOOL, and who was let into the band despite his lack of badass-ness and sexual prowess due to the fact that even at 14 he could play the shit out of the guitar — chased John out onto the street saying, “John, why are you being such a jerk?” John said, “My mum’s fuckin’ dead!” Paul said, “You never even once asked me about my mum.” “What about her?” “…My mum’s dead too.” They hugged in the middle of the suburban street. John apparently said, “Can we please start a fucking rock ‘n’ roll band?”

This story answered a question that had lingered in my brain my whole music-listening life: If The Beatles were only together 10 years and the members of the band were so young that entire time, how did they manage to write “Help,” “Fool on the Hill,” “Eleanor Rigby,” “Yesterday,” “A Day in the Life”? They were just 25-year-old boys with a gaggle of babes outside their hotel room door and as much champagne as a young lad could stand. How did they set their minds to such substantive artistic goals? They did it because they were in pain. They knew that love does not last. They knew it as extremely young men. With the BLACK ALBUM, we get to hear the boys write on adult life: marriage, fatherhood, sobriety, spiritual yearning, the emptiness of material success — “Starting Over,” “Maybe I’m Amazed,” “Beautiful Boy,” “The No No Song,” “God” — and still they are keenly aware of this fact: Love does not last. I don’t want it to be true. I want Lennon/McCartney to write beautifully together forever, but is that really the point? I mean if the point of a rose was to last forever, it would be made of stone, right? So how do we handle this idea with grace and maturity? If you’re a romantic like me, it’s hard not to long for some indication of healing between the two of them. All signs point that way. When Paul went on SNL recently, he played almost all LENNON. And he did it with obvious joy. Listen to McCartney’s “Here Today.”
 
Can you listen to “Two of Us” (the last song they wrote side by side) and not hurt a little? What were those two motherless boys who hugged in the middle of the road so long ago thinking as they wrote “The two of us have memories longer then the road that stretches out ahead”? The dynamic of their breakup, like any divorce, is mysterious. Some say that Paul, the pupil, had surpassed John, the mentor, and they couldn’t reach a new balance. Some say Paul was a little snot who bought the publishing rights out from underneath the other three. Others say without Brian Epstein there was no mediator between their egos. Who knows. I played Samantha “Hey Jude” the other day, and of course she listened to it over and over. I told her the song had been written by McCartney for Lennon’s son after Lennon’s divorce and she listened even more intently. George once said that “Hey Jude” was the beginning of the end for the Beatles. Brian Epstein had just died and John & Paul were left alone to run the brand-new Apple label.
 
They recorded “Hey Jude” and “Revolution” as a single. Normally, Brian would decide which song was the A-side and which was the B-side, but now it was up to the boys. John thought “Revolution” was an important political rock song and that they needed to establish themselves as an adult band. Paul thought “Revolution” was brilliant but that The Beatles were primarily a pop band and so they should lead with “Hey Jude.” He knew it would be a monster hit and that the politics should come on a subversive B-side. They had a vote. “Hey Jude” won 3-1. George said that John felt Paul had pulled off a kind of coup d’etat. He wasn’t visibly upset but he began to withdraw. It was no longer his band. The irony/punch line of this story is another story I once heard: When the “Hey Jude”/”Revolution” single was hot off the press, the boys had the mischievous idea of bringing their own new single to a Rolling Stones record-release listening party.
 
Mick Jagger says that once the Fab Four arrived and let word of their new single slip — just as Side 1 of the Stones’ big new album was finishing — everyone clamored to hear it. Once The Beatles were on, they just kept flipping the single over and over. Side 2 of BEGGARS BANQUET never even found the needle. So no matter how mad John was, he wasn’t that mad… Once when John was asked whether he would ever play with Paul again, he answered: “It would always be about, ‘Play what?’ It’s about the music. We play well together — if he had an idea and needed me, I’d be interested.” I love that.
 
Maybe the lesson is: Love doesn’t last, but the music love creates just might. Your mom and I couldn’t make love last, but you are the music, my man. “And in the end, the love you take is equal to the love…” I love you.
Happy birthday. Your Dad


A selecção completa que consta no Black Album pode ser vista aqui.
 

The Killing



A adaptação americana de "The Killing" é um belo exemplo do motivo de eu não ser extremista no que diz respeito à sempre polémica questão dos remakes. É verdade que na maior parte das vezes, as versões originais são sempre superiores às adaptações sendo estas igualmente em muitos casos perfeitamente dispensáveis. Felizmente, esse nunca foi o caso de "The Killing". Além de trazer uma outra visão aos casos apresentados pelo original dinamarquês (que sim, é um autêntico brilho televisivo), também nos trouxe uma dupla de protagonistas excepcional que rapidamente se tornou numa das minhas preferidas. É por estes dois motivos e também pelo ambiente tão Fincheriano sempre presente nas quatro temporadas da versão americana que sempre me mantive fiel a esta série, defendo-a de todas as críticas (muitas das quais injustas) e até fechando os olhos a alguns erros que a série nas duas primeiras temporadas insistiu em cometer o que lhe provocou a perda de muitos seguidores. Contudo, o que eu não consigo entender é o facto de a Veena Sud, depois de um trabalho tão consistente ao longo de quatro temporadas resolver já seus derradeiros minutos finais estragar toda a essência da série e principalmente dos seus dois protagonistas. Já revi várias vezes esse momento final e continuo sem perceber o que lhe passou pela cabeça. Uma pena, pois de facto "The Killing" merecia um desfecho melhor. Quase que fico com pena que a série não tenha terminado como aquele murro no estomâgo que foi o final da terceira temporada. Ainda assim, recomendo vivamente a visualização quer da versão dinamarquesa como desta adaptação que não fica a dever muito ao original e vale bem a pena quanto mais não seja para admirar a majestosa construção e evolução de Sarah Linden pela Mireille Enos.

Imagem: impawards

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Two worlds collided

Voltar devagarinho mas com vontade de partilhar coisas bonitas, ainda que não muito recentes: um projecto fantástico,  uma reunião de alguns dos melhores artistas musicais dos últimos ano e como se tudo isto não fosse suficiente, um solo do violino do Daniel Hart que duvido que deixe alguém indiferente.